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Tarquínio José Barboza de Oliveira, historiador paulista que escolheu Ouro Preto para encerrar seus dias, vivendo intensamente o cenário autêntico da Conjuração Mineira de 1789, organizou os autos da Devassa e as Cartas Chilenas, além de escrever diversos livros.
Esse trabalho fez com que se apaixonasse pela história e viesse residir em Ouro Preto juntamente com sua família no ano de 1975, onde comprou a Fazenda São José do Manso e se instalou. Mais tarde comprou um casarão antigo no Bairro Alto da Cruz.
Cidadão ilustre, prestou homenagens a importantes vultos como Tristão de Athayde e recebia em sua Fazenda do Manso inúmeros escritores, entre eles a poetisa Cora Coralina e Alceu Amoroso Lima além de reativar a antiga produção de chá preto, que no passado era exportado diretamente para fora do país.
Convidado pelo diretor Ronaldo Toffolo para assessorá-lo em sua gestão no Centro Federal de Ouro Preto, seu nome foi eternizado na área do conhecimento e da cultura na Biblioteca do Instituto Federal de Minas Gerais.
Faleceu em dezembro de 1980 na Santa Casa de Misericórdia e foi sepultado na Igreja de São José.
Prestou uma homenagem à cidade de Brasília no dia de sua inauguração, ofertando ao Presidente da República Juscelino Kubistchek uma ode, que encontra-se até os dias de hoje pendurada no Palácio do Planalto.